Aliados à tecnologia que prevê armazenamento das garrafas e luz cênica, os prazeres de beber um bom vinho ganharam forma na adega de 5 metros quadrados projetada pela arquiteta Karen Haas e pela luminotécnica Sandra Thomé.

 

Emolduradas pelo grande nicho de chapas de aço carbono oxidado, as garrafas foram presas pelo gargalo por um sistema com trava, importado da Bélgica, em estrutura que também permite a leitura dos rótulos. Composição que ganha movimento emoldurada pelos vidros curvos em tom uva dispostos entre as linhas dos níveis das bebidas. Em frente, o móvel para taças recebe o mesmo acabamento, mesclado à laca alto-brilho com o tom predominante do espaço.

No piso de madeira de demolição, uma homenagem aos colonos italianos; um tapete central estilizado, com um tampo de vidro, sugere que os visitantes amassem as uvas – artificiais e iluminadas por lâmpadas fluorescentes com gelatinas de dois tons de vinho – com os pés. Ao olhar para o alto, a surpresa atende aos apreciadores de espumantes, com bolas de vidro soprado e lâmpadas LEDs em tom âmbar formando a grande luminária embutida no rebaixo de aço, que remete às borbulhas.Para valorizar as diferentes texturas dos materiais e inspirar na escolha ideal do rótulo para o momento, circuitos de iluminção dimerizáveis proporcionam novas cenas diferentes ao espaço.

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